Eterna caminhante, sigo a estrada da luz
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Por ela Deus me guia, com impulsos e sinais,
A vida é cheia de alegria, o bem, o puro me seduz
Sempre crente, nunca errante, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Agradeço a Deus o mar e os pores-do-Sol divinais,
Por me ter posto a praia à porta, já vai lá o meu truz-truz
A Natureza é minha casa, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
O mundo é tão fascinante, quero sempre saber mais,
A sede de conhecimento dá-me vida e me conduz,
Novidade em cada momento, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Partilhá-lo é importante, ele salva os mortais,
Dignifica o nosso espírito, evolui o nosso ser,
P'ra os braços do Pai expectante, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Meus olhos estão nas alturas, não nas coisas materiais,
Meus ouvidos estão em Deus e na arte que o reproduz,
Sempre atenta e vigilante, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Sou Vossa serva e peço que, portanto, me usais,
Dizei-me para que Vos sirvo, saberá quem me produz,
A Vossa vitória é troante, sigo a estrada da luz.
Há uma alegria enorme em ser para Deus, simples, despojada, entregue a Ele, que é tudo e tudo nos dá, o conhecimento, a música, a inspiração, a vontade de saber mais sobre a Sua criação. Há uma alegria em cantar e escrever e compor para Ele, que me faz lembrar a ação de uma freira, simples e alegre, mas não necessariamente fechada ao mundo exterior. Deus é a base da vida, que não tem de ficar fechada no convento, pode estar aberta a tudo, a todos os conhecimentos, à Natureza, com contacto com os outros, mas sempre cantando para Ele e por Ele e espalhando a Sua Verdade pelo verbo e pela ação, segundo a Lei do Exemplo.
Todos os dias, a vitória de Deus se faz sentir de cada vez que mais alguém se converte, que apela à Sua misericórdia e auxílio para se aperfeiçoar e se torna mais luz e menos sombra, num caminho progressivo de limpeza de todas as manchas da alma, com as quais nascemos mas que podemos eliminar, com a ajuda de Deus e das oportunidades que Ele nos oferece para abrirmos os olhos, abalando o espírito, quando a cegueira estava nele instalada.
Sejamos simples e humildes, alegres, muito alegres, aceitando o que Deus quer para nós, mas não hesitando em mudar as situações que sentimos serem nefastas, sem contudo maldizermos quem ou o quer que seja, nem nos lastimarmos. Lembremo-nos de que Deus quer sempre o melhor para nós e nunca nos deixa sós. Tudo é caminho para a nossa evolução. Por fim, amemos como Jesus nos amou, nos ama e nos amará para sempre. A vida ganha outra feição. Sigamos a Lei da Substituição, segundo a Oração de S. Francisco, o "Poverello" de Assis:
Fazei de mim um instrumento da vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz
Pois é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se nasce para a vida eterna
Pois esta é a Lei da Substituição.
O Livro do Pastor, Joann Davis
A beleza está ao nosso redor, para onde quer que nos viremos. A Natureza é a arte mais perfeita que alguma vez foi criada, por isso cuidemos dela, porque ela também sofre e possui um ritmo de recuperação que segue as leis físicas, do qual não podemos abusar, mesmo sendo tão divina. Mas a beleza pode assumir múltiplas formas, e pode revelar-se também sob o manto da pobreza. Assim, onde a reconhecermos, lembremo-nos de que Jesus nos chama a agir, levando o pão, do corpo e da alma. Atos dessa índole possuem um poder que estamos longe de conseguir mensurar. Onde virmos tristeza, levemos a alegria, que decorre de nos conhecermos e a Jesus, ou de estarmos na senda do autoconhecimento auxiliados por Ele.
Sigamos sempre a Estrada da Luz, de Jerusalém, e não deixemos que a carne ou o mundo nos tente a desviar do nosso conhecimento para a estrada de Jericó. Pode acontecer, mas então apressemo-nos a voltar ao caminho certo, pedindo misericórdia e perdão a Deus pelos nossos erros e prometendo não os repetir, e utilizá-los para aumento da sabedoria, e para saber auxiliar os irmãos em situação semelhante que encontremos pelo caminho, levando-lhes Deus, que está presente quando sorrimos, quando escutamos, quando enxugamos uma lágrima, quando partilhamos um abraço, quando expressamos amor, em qualquer forma ou feitio. Mas nunca nos esqueçamos que o benefício é sempre mútuo, isto é, não somos salvadores, também somos salvos por quem ajudamos, que nos ensina importantes lições, e que dá sentido às nossas vidas porque "é dando que se recebe / é perdoando que se é perdoado".
E que renasçamos múltiplas vezes à medida que Deus nos vai colocando as oportunidades para tal no nosso caminho, sem nunca nos esquecermos de agradecer a todos aqueles que Ele colocou nele para nos ajudarem (ajudando-se, dessa forma, a si próprios, também), assim como não nos esqueçamos de perdoar àqueles pelos quais, de alguma forma, nos sentimos lesados. Saibamos que não é maldade, é ignorância, na maior parte dos casos. E, por isso, rezemos para que Deus nos ajude e a todos a nos curarmos dessa ignorância e nos dê a provar dos frutos da Árvore do Conhecimento, ou faça com que as frutas podres ingeridas se transformem em importantes lições. Porque só conhecemos o bem depois de termos experimentado o mal. Ainda assim, que Deus nos poupe dele o máximo possível, e que nos dê discernimento da forma mais pura e tranquila possível.
Por ela Deus me guia, com impulsos e sinais,
A vida é cheia de alegria, o bem, o puro me seduz
Sempre crente, nunca errante, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Agradeço a Deus o mar e os pores-do-Sol divinais,
Por me ter posto a praia à porta, já vai lá o meu truz-truz
A Natureza é minha casa, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
O mundo é tão fascinante, quero sempre saber mais,
A sede de conhecimento dá-me vida e me conduz,
Novidade em cada momento, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Partilhá-lo é importante, ele salva os mortais,
Dignifica o nosso espírito, evolui o nosso ser,
P'ra os braços do Pai expectante, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Meus olhos estão nas alturas, não nas coisas materiais,
Meus ouvidos estão em Deus e na arte que o reproduz,
Sempre atenta e vigilante, sigo a estrada da luz.
Eterna caminhante, sigo a estrada da luz,
Sou Vossa serva e peço que, portanto, me usais,
Dizei-me para que Vos sirvo, saberá quem me produz,
A Vossa vitória é troante, sigo a estrada da luz.
Há uma alegria enorme em ser para Deus, simples, despojada, entregue a Ele, que é tudo e tudo nos dá, o conhecimento, a música, a inspiração, a vontade de saber mais sobre a Sua criação. Há uma alegria em cantar e escrever e compor para Ele, que me faz lembrar a ação de uma freira, simples e alegre, mas não necessariamente fechada ao mundo exterior. Deus é a base da vida, que não tem de ficar fechada no convento, pode estar aberta a tudo, a todos os conhecimentos, à Natureza, com contacto com os outros, mas sempre cantando para Ele e por Ele e espalhando a Sua Verdade pelo verbo e pela ação, segundo a Lei do Exemplo.
Todos os dias, a vitória de Deus se faz sentir de cada vez que mais alguém se converte, que apela à Sua misericórdia e auxílio para se aperfeiçoar e se torna mais luz e menos sombra, num caminho progressivo de limpeza de todas as manchas da alma, com as quais nascemos mas que podemos eliminar, com a ajuda de Deus e das oportunidades que Ele nos oferece para abrirmos os olhos, abalando o espírito, quando a cegueira estava nele instalada.
Sejamos simples e humildes, alegres, muito alegres, aceitando o que Deus quer para nós, mas não hesitando em mudar as situações que sentimos serem nefastas, sem contudo maldizermos quem ou o quer que seja, nem nos lastimarmos. Lembremo-nos de que Deus quer sempre o melhor para nós e nunca nos deixa sós. Tudo é caminho para a nossa evolução. Por fim, amemos como Jesus nos amou, nos ama e nos amará para sempre. A vida ganha outra feição. Sigamos a Lei da Substituição, segundo a Oração de S. Francisco, o "Poverello" de Assis:
Fazei de mim um instrumento da vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz
Pois é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se nasce para a vida eterna
Pois esta é a Lei da Substituição.
O Livro do Pastor, Joann Davis
A beleza está ao nosso redor, para onde quer que nos viremos. A Natureza é a arte mais perfeita que alguma vez foi criada, por isso cuidemos dela, porque ela também sofre e possui um ritmo de recuperação que segue as leis físicas, do qual não podemos abusar, mesmo sendo tão divina. Mas a beleza pode assumir múltiplas formas, e pode revelar-se também sob o manto da pobreza. Assim, onde a reconhecermos, lembremo-nos de que Jesus nos chama a agir, levando o pão, do corpo e da alma. Atos dessa índole possuem um poder que estamos longe de conseguir mensurar. Onde virmos tristeza, levemos a alegria, que decorre de nos conhecermos e a Jesus, ou de estarmos na senda do autoconhecimento auxiliados por Ele.
Sigamos sempre a Estrada da Luz, de Jerusalém, e não deixemos que a carne ou o mundo nos tente a desviar do nosso conhecimento para a estrada de Jericó. Pode acontecer, mas então apressemo-nos a voltar ao caminho certo, pedindo misericórdia e perdão a Deus pelos nossos erros e prometendo não os repetir, e utilizá-los para aumento da sabedoria, e para saber auxiliar os irmãos em situação semelhante que encontremos pelo caminho, levando-lhes Deus, que está presente quando sorrimos, quando escutamos, quando enxugamos uma lágrima, quando partilhamos um abraço, quando expressamos amor, em qualquer forma ou feitio. Mas nunca nos esqueçamos que o benefício é sempre mútuo, isto é, não somos salvadores, também somos salvos por quem ajudamos, que nos ensina importantes lições, e que dá sentido às nossas vidas porque "é dando que se recebe / é perdoando que se é perdoado".
E que renasçamos múltiplas vezes à medida que Deus nos vai colocando as oportunidades para tal no nosso caminho, sem nunca nos esquecermos de agradecer a todos aqueles que Ele colocou nele para nos ajudarem (ajudando-se, dessa forma, a si próprios, também), assim como não nos esqueçamos de perdoar àqueles pelos quais, de alguma forma, nos sentimos lesados. Saibamos que não é maldade, é ignorância, na maior parte dos casos. E, por isso, rezemos para que Deus nos ajude e a todos a nos curarmos dessa ignorância e nos dê a provar dos frutos da Árvore do Conhecimento, ou faça com que as frutas podres ingeridas se transformem em importantes lições. Porque só conhecemos o bem depois de termos experimentado o mal. Ainda assim, que Deus nos poupe dele o máximo possível, e que nos dê discernimento da forma mais pura e tranquila possível.


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